quarta-feira, dezembro 06, 2006

Corpos trocados...













Amamo-nos em segredo
No limite da paixão
Procuro-te na escuridão
Do sufoco e do medo.
Anseio a liberdade
De mãos dadas, abraços
Onde o amor nos apetece,
Onde nos levam os passos.

Chamo-te na clandestinidade.
Murmuras-me o nome
No mistério da penumbra
Que seduz e deslumbra.
E nestes corpos trocados
Que o mundo cerca,
A claridade sufoca
Abreviam-se gemidos.

Mas na audácia do afecto
Há um novo alento.
E em cada abraço
Um novo tempo
Um novo espaço.

Chegou ansiosa, no meio da festa com a voz embargada pela paixão (e pelo álcool que a encorajava).
No outro lado da linha estava uma mulher, apaixonada, clandestina, aprisionada.
E para além de todos os limites o amor jorrava.
A realidade, uma moldura onde se aprisionam desejos, afigura-se para além das aparências, para além das escolhas.
Ajuizar é fácil e apenas se desfaz perante a inevitável consciência.


(Foto: Aneta Badziag – Car Park)

6 Comentários:

Blogger Cris disse...

Mas na audácia do afecto
Há um novo alento.
E em cada abraço
Um novo tempo
Um novo espaço

LINDOOOOOOOO!

bjos
Cris

2:50 da tarde  
Blogger Cris disse...

Bom WK grande!!!

Bjos

Cris

2:32 da tarde  
Blogger Mendes Ferreira disse...

pronto...já percebi....:))))

___________________


não insisto
__________________


deixo-te um beijo.

3:14 da tarde  
Blogger Mendes Ferreira disse...

acredito que não....que não percebi....mas ao menos soube de ti...:))))).


beijos...beijos.

6:07 da tarde  
Blogger as velas ardem ate ao fim disse...

Lindo!

Bjinhos

10:37 da tarde  
Blogger Teresa Durães disse...

também gostei!!!

6:06 da tarde  

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