quinta-feira, setembro 13, 2007

7 Comentários:

Blogger Marta Vinhais disse...

Para renascer algures entre o fim do mar e do horizonte???
Refazer o que pode ser refeito???
Tentar melhorar???
Lindo o poema - profundo...
Gostei.......
Beijos e abraços
Marta

9:57 da manhã  
Blogger Paula Raposo disse...

Gostei!! Beijos.

6:07 da tarde  
Blogger Peter disse...

Não sejamos tão tétricos. É um poema de que gostei, não sei se é bom ou se é mau, pois não sou crítico.
Gostei.

"Nada fica, tudo fenece" - O tempo trata do assunto, não será caso para te deitares ao mar, de onde não vais voltar.

E depois? Onde ia eu descobrir outro parceiro para o blog?

11:47 da manhã  
Blogger Ant disse...

Peter amigo, como sabes os links não acontecem por acaso...

1:37 da tarde  
Blogger Teresa Durães disse...

ora ora, quantos anos necessitaste para descobrir que o amor é efémero? a mim chamam-me cínica por isso mas vou passar a mandar essa malta para este blog ahahahah

assim são dois em quem descarregar (lá se foi o romantico da net... num ano mudaste de opinião....lol)

bem vindo ao universo infinito. nunca nenhuma galáxia confidenciou-me amor lol

(claro que gostei do poema. posso usá-lo quando necessitar com a devida referência???? mando antes o teu email ahahah)

Uma caturra impossível nos dias que correm

P.S - Depois de alguma frustração ainda convenceram-se que o meu mal era depressão. Aqui sim, ri à gargalhada. Cambada de palhaços ahahah

4:08 da tarde  
Blogger Catraia_Sofia disse...

Mto bom essa mistura de palavras e sensações mesmo que falem em "final".

9:06 da tarde  
Blogger Manuel Veiga disse...

pois é: a "sombra dos corpos unidos". tudo fenece, mas é bom enquanto dura!

gostei muito. abraços

8:32 da tarde  

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